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Curso de Higiene Ocupacional Operação Prática de Instrumentos

admin 16 de janeiro de 2018

Carga horária: 50h

22 A 26 DE JANEIRO DE 2018
PROTECAO PUBLICACOES E EVENTOS – AVENIDA SAO LUIS, 86 – CENTRO – SÃO PAULO – SP

Objetivo:
Capacitar os participantes em metodologia e estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos, com ênfase na utilização prática de instrumentos de avaliação, mostrando soluções para problemas que já ocorreram ou que podem ocorrer com os profissionais da área.

Conteúdo Programático:
Ruído
– Definição de ruído contínuo, intermitente, de impacto e de diferentes níveis.
– A diferença entre ruído contínuo e ruído constante.
– Como fazer leitura em medidores de nível de pressão sonora, quando a oscilação do ponteiro ou dos dígitos for grande, irregular e aleatória.
– Dosimetria – Cálculo da Dose de ruído.
– Programação de audiodosímetros. O uso correto do CL, TL, IDD, ER ou “q”.
– O que diz a Norma Técnica NHO 01 da Fundacentro.
– Como descobrir as freqüências preponderantes numa exposição ocupacional a ruído com um simples medidor de ruído que não possui filtro de bandas de oitava.
– A Norma Técnica IEC 60.651. Os tipos de medidores de ruído permitidos.
– A nova Norma Técnica IEC 61.672. O que ela representa.
– Como reconhecer se o seu medidor de nível de pressão sonora atende às normas IEC ou não.
– A Norma Técnica ANSI S 1.25. Os tipos de audiodosímetros permitidos.
– A nova Norma Técnica de dosímetros – IEC 61.252.
– Os menores dosímetros do mundo. Sem fio. Sem unidade leitora externa.
– A representatividade da amostragem de ruído.
– As Normas Técnicas ANSI 1.4 e IEC 60.942. Os calibradores acústicos permitidos.
– Cálculo de Nível Médio de Ruído. Devemos usar Lavg, TWA ou Leq?
– O que é melhor usar Lavg ou Dose?
– A teoria do EMR – Exposto de Maior Risco ou TMR – Trabalhador de Maior Risco. Como encontrá-lo para minimizar seus custos de avaliação.
– A teoria do emr – Exposto de Menor Risco. Como e porque encontrá-lo.
– Porque não devemos usar a Tabela de Liedel & Busch para fins de amostragem.
– Quando fazer dosimetria de ruído junto aos dois ouvidos. Qual valor considerar?
– Quando usar a Dose de ruído semanal. Como efetuar o cálculo correto.
– Dosimetria de ruído deve ser interrompida na hora do almoço ou não?
– Avaliação de ruído de telefonistas e operadores de Telemarketing.
– Conforto acústico dos ambientes de trabalho.
– Avaliação de ruído visando o conforto da comunidade.
– Devemos medir o ruído no interior ou no exterior das edificações?
– Avaliação de ruído visando o conforto dos trabalhadores.
– O documento do Ministério do Trabalho e Emprego que recomenda o uso de dosímetros para avaliar Conforto Acústico dos locais de trabalho.
– A programação correta de um dosímetro e os parâmetros adequados para se avaliar conforto acústico, segundo o MTE.
– A Norma que diz que não devem ser feitas avaliações de ruído em dias de chuva.
– A partir de que nível de ruído trabalhadoras grávidas podem propiciar perda auditiva em seus fetos? A recomendação do Ministério da Saúde / BR.
– A única norma técnica brasileira que fala em prazo de calibração de medidores de nível de pressão sonora e calibradores. A periodicidade de calibração deles não é anual.
– Porque os certificados de calibração não mencionam mais o prazo de validade?
– O Histograma de ruído só pode ser exigido pelo INSS a partir de que data?
– A relação oficial dos laboratórios de calibração acreditados pelo INMETRO.
– A Norma ISO 9001 e a calibração de instrumentos de medição.
– O critério de invalidação de amostras de ruído.
– A atenuação proporcionada por diversos materiais acústicos.
– O NRR e o NRR sf. Os métodos n° 1 e 2 do NIOSH. Podemos usá-los?
– A nova norma brasileira de Protetores Auditivos – Método de cálculo do nível de pressão sonora na orelha protegida.
– O único laboratório aprovado pelo MTE para realização de ensaios em protetores auriculares para fins de obtenção do CA.
– A eficiência e a eficácia dos principais protetores auriculares do mercado.
– Guia para determinação da periodicidade de troca de protetores auriculares, conforme a nova exigência do PPP / INSS.
– A dosimetria correta para integrar o seu Laudo Técnico de Aposentadoria Especial.
– O cálculo do NEN – Nível de Exposição Normalizado exigido pelo INSS.
– Alguns dosímetros fornecem o NEN automaticamente. O seu instrumento faz isso?
– Saiba como obter o NEN através do seu dosímetro de ruído.
– O Roteiro da OSHA / NIOSH para implantação do PCA – Programa de Conservação Auditiva.
– Para efeitos de Aposentadoria Especial devemos usar q = 5 ou q = 3 ?
– Como realizar dosimetria em empregados que dirigem motocicletas.
– Ultra-som e Infra-som. Seus limites. O controle da exposição.
– Operação prática de diversos tipos de medidores de nível de pressão sonora, audiodosímetros, calibradores e filtros de bandas de oitava.

Campos Eletromagnéticos
– Onde você pode encontrar campos elétricos e magnéticos nas indústrias.
– Os efeitos danosos à saúde humana.
– A importância dos ELF – Campos de Frequências Extremamente Baixas para a saúde pública.
– O perigo dos campos magnéticos. Como agem nos tecidos humanos.
– Como fazer avaliação de campos magnéticos para fins da NR 15.
– Como fazer avaliação de campos magnéticos para fins de PPRA.
– As unidades de densidade de fluxo.
– Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. Os limites reduzidos.
– As medidas de proteção a serem adotadas. Os EPC e os EPI indicados.
– Os cuidados com as ferramentas metálicas utilizadas.

Calor e frio
– Os diferentes critérios do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério da Previdência Social para avaliação da exposição ao calor.
– Saiba por que quem trabalhou exposto a mais de 28 graus Celsius pode ter direito a aposentadoria especial.
– O IBUTG fornecer o tempo máximo ou o Metabolismo fornece o IBUTG máximo?
– O tempo certo de aclimatação ao calor. A perda da aclimatação.
– A norma técnica NHO 06 da Fundacentro.
– A Norma ISO de estudo mais detalhado das Taxas de Metabolismo.
– Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores?
– Porque não podemos usar o nosso tradicional conjunto de termômetros de IBUTG para avaliar Conforto Térmico.
– Porque devemos sempre usar água destilada no termômetro de bulbo úmido natural.
– O que prevê a Norma NBR 10085 sobre medição de temperatura.
– A Temperatura de Bulbo Úmido e a Temperatura de Bulbo Úmido Natural.
– O globo deve ser de seis ou de duas polegadas? A diferença entre as leituras.
– Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de trabalho x situação térmica.
– O tempo mínimo de estabilização dos termômetros.
– Qual é o número mínimo de leituras de IBUTG a ser realizado?
– O intervalo adequado entre essas leituras. Como calcular o valor final.
– As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.
– Como fazer calibração de termômetros de mercúrio?
– A periodicidade de calibração de termômetros.
– Como determinar o período mais desfavorável da jornada de trabalho. As variáveis.
– As doenças induzidas pela exposição ao calor.
– Quando fazer avaliação de calor através de Simulação, técnica recomendada pela Fundacentro.
– Conforto Térmico versus Sobrecarga Térmica.
– Utilização prática do ábaco correto para a obtenção da Temperatura Efetiva.
– Como utilizar o IBUTG Efetivo.
– A influência da roupa utilizada pelos trabalhadores. A Tabela dos índices de correção a ser utilizada.
– Monitoramento da sobrecarga térmica por calor.
– O novo Limite de Ação de calor (LA) é o Nível de Ação de calor (NA)?
– Ar condicionado nos locais de trabalho. A norma técnica brasileira.
– Os valores ideais de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do ar.
– A tabela de Limites de Tolerância de Frio do Ministério do Trabalho e Emprego que foi publicada fora da NR 15.
– Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT e a ACGIH. O que usar?
– Operação prática de diversos tipos de termômetros de mercúrio, conjuntos digitais, sondas, higrômetros e anemômetros.

Iluminância
– O que é luminância. O que é iluminância.
– O tempo correto de estabilização de luxímetros. A Lei dos Cossenos.
– Características que um luxímetro deve ter para atender ao MTE e à Fundacentro.
– Laboratórios acreditados pelo INMETRO para calibração de luxímetros.
– Quando usar o Fator de Correção em avaliação de iluminância?
– Devemos usar a nova norma ABNT NBR ISO CIE 8995 ou não?
– As normas NBR 5413 e 5382 estão em vigor ou não? O posicionamento do MTE.
– Devemos incluir avaliação de iluminância no PPRA ou não?
– Quando aumentar ou diminuir a iluminância.
– A menor iluminância permitida para uma área de trabalho.
– Luz visível. Radiações ultravioleta, infravermelha e laser.
– Operação prática de diversos tipos de luxímetros digitais e analógicos.

Agentes Químicos
– O pior acidente químico da história mundial. Exibição do filme simulado.
– A MSDS americana e a FISPQ brasileira.
– As três Normas Brasileiras existentes sobre Espaços Confinados.
– A definição do Ministério do Trabalho e Emprego para amostra instantânea, amostra de curta duração, avaliação, amostragem, coleta, análise e monitoramento.
– A equação para calcular o Valor Máximo.
– A diferença entre Valor Máximo e Valor Teto. Qual é o maior?
– As grandes diferenças entre os limites de tolerância do MTE (M.A. e Valor Teto) e da ACGIH (TLV-TWA®, TLV-STEL®, TLV-C®).
– Porque você não pode usar diretamente no Brasil os Limites de Tolerância da ACGIH.
– A obrigatoriedade da utilização do Modelo Brief & Scala. O Fator de Correção correto.
– Avaliação de exposição a solventes, fumos, ácidos, névoas e neblinas.
– Apresentação das bombas gravimétricas disponíveis no mercado que não podem ser usadas em áreas classificadas.
– O Guia Geral de Colheita de Amostras do NIOSH. O número ideal de amostras, o desejável e o mínimo exigido.
– O número mínimo de amostras a serem coletadas, segundo o MTE.
– A Definição de GHE – Grupo Homogêneo de Exposição, GSER – Grupo Similar de Exposição ao Risco, GES – Grupo de Exposição Similar e GAS – Grupo de Atividade Similar.
– Como encontrar o Exposto de Maior Risco. Como calcular o valor da Exposição de um Grupo Homogêneo.
– Tratamento estatístico. A Média Geométrica e o Desvio Padrão Geométrico.
– Como calcular o Limite de Tolerância para uma mistura de substâncias químicas.
– A metodologia APR-HO / Análise Preliminar de Risco aplicada à Higiene Ocupacional que pode e deve ser usada por qualquer tipo de empresa.
– O estabelecimento de prioridades. As categorias de risco e sua classificação.
– A Tabela de Liedel & Busch adotada pelo Ministério do Trabalho e Emprego deve ser utilizada para fins de amostragem de agentes ambientais?
– Quando você pode parar de monitorar um agente químico. Os testes da OSHA.
– A única norma técnica brasileira de avaliação de agentes químicos através do uso de tubos reagentes colorimétricos.
– Até quanto tempo depois de exposto um tubo colorimétrico pode ser lido?
– Avaliação da exposição a solventes orgânicos, através de bombas gravimétricas.
– A Portaria do MTE que fala em bomba de alta vazão, calibrada a 2 litros/min, com filtro de PVC 5 um, durante pelo menos 6 horas, para um tipo específico de poeira.
– Você sabia que o Brasil possui L.T. para exposição de quinze minutos / dia (STEL)?
– O Manual de Amostragem do NIOSH.
– Você vai conhecer a norma técnica brasileira que recomenda a utilização dos Métodos NIOSH para avaliação.
– Você vai conhecer a norma técnica brasileira que recomenda a utilização dos Métodos NIOSH para avaliação.
– Porque avaliar CO2 em escritórios? O Limite de Tolerância de CO2 nesses locais.
– Porque avaliar Poeiras em escritórios? O Limite de Tolerância de poeiras nesses locais.
– Avaliação da exposição a poeiras totais, inaláveis, torácicas e respiráveis.
– A nova classificação brasileira de poeiras.
– Apresentação do novo ciclone IOM citado na norma técnica NHO 08 da Fundacentro.
– A norma brasileira de avaliação de poeiras vegetais, animais e metálicas.
– Quando usar ciclones de nylon, alumínio ou plástico condutivo.
– Cálculo do Valor Máximo, Valor Teto e absorção pela pele. As situações de RGI – Risco Grave e Iminente.
– Demonstração do uso do frasco correto para conter o ciclone e o filtro durante a calibração de bombas.
– A nova pequena câmara de calibração de bombas construída em alumínio.
– Avaliação de fumos metálicos. Os Limites de Exposição da ACGIH e do MTE.
– Os riscos químicos presentes nos diversos processos de soldagem.
– Solda elétrica libera CO ou Ozônio? E as soldas MIG, TIG, Oxiacetilênica e Solda branca? O que avaliar em cada uma delas.
– Apresentação de amostras de madeiras cujas poeiras causam câncer.
– As duas normas brasileiras de calibração de bombas de amostragem de ar.
– O critério a ser adotado para invalidação de amostras.
– Velocidades do ar recomendadas pela ACGIH para sistemas de exaustão.
– A Norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de temperatura, umidade, velocidade do ar, poeira total e Dióxido de Carbono (CO2) em escritórios e locais de trabalho com ar condicionado. O novo Limite de Tolerância de poeiras para escritórios.
– Os riscos químicos provenientes de máquinas fotocopiadoras e impressoras a laser. Como evitá-los. Os cuidados. Os EPC recomendados pelo Ministério da Saúde / BR.
– A importância da colocação de plantas naturais em escritórios para filtrar o ar.
– Como criar essas plantas sem terra e sem sol em escritórios.
– As plantas brasileiras que filtram o ar de escritórios, segundo a NASA.
– Produtos de limpeza que não devem ser usados em escritórios, segundo o Ministério da Saúde.
– Operação prática e utilização de diversos modelos de bombas gravimétricas de vazão constante, calibradores de bolha de sabão, eletrônicos / digitais e de pistão seco, câmaras de calibração, diversos amostradores, bombas manuais de fole, tubos colorimétricos, ciclones, impingers, medidores de gases de leitura direta, calibração com cilindros de gases e explosímetros.

Agentes Biológicos
– A definição do Ministério da Saúde de “ambiente aceitável”.
– A norma do Ministério da Saúde sobre avaliação quantitativa de fungos.
– O Limite de Tolerância brasileiro para fungos nos ambientes de trabalho.
– Utilização do Amostrador de Andersen.
– Amostragem de bioaerosol em ambientes interiores.
– O VMR – Valor Máximo Recomendável para contaminação biológica.
– Diagnóstico de fontes para intervenção corretiva nos ambientes de trabalho.
– Os novos Limites de Tolerância da ACGIH para substâncias de origem biológica.
– Os contaminantes biológicos analisáveis.

Palestrante:  Marco Aurélio Luttgardes
Engenheiro de Segurança do Trabalho pela UERJ, Auditor pela Fundação Getúlio Vargas, Membro Efetivo da ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais e Consultor Master de Higiene Ocupacional de três grandes grupos industriais brasileiros. Foi Auditor Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego / DRT de São Paulo e Rio de Janeiro, onde se aposentou. Foi “Full Member” – Membro Pleno da ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Hygienists durante seis anos consecutivos e foi HOC – Higienista Ocupacional Certificado pela ABHO durante dez anos consecutivos.
– Rio de Janeiro/RJ.

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